Teste de Software e Utilidades…

Travamentos em Ambientes de Testes – Como minimizar?

Posted in Teste de Software by jppercy on 01/09/2011

Olá Pessoal…

        Algum de vocês já deixou alguma bateria de testes rodando de um dia pro outro, ou até mesmo pra quem utiliza Nightly Build e quando você retorna no dia seguinte, na espera de um resultado você encontra o sistema travado por conta de algum aplicativo que deixou de responder?

        Pois é, já vi esse problema acontecer várias vezes e isso em alguns casos, gera um desgaste que atrapalha o decorrer do dia, devido a algumas tarefas que deveriam estar prontas mas acabam por ficar pendentes.

         À partir disso, pensei num modo de minimizar esse problema e com isso andei criando um programa que talvez possa ajudar muitas pessoas que estão na área de testes. Neste ponto, pra quem atua no ramo, sabe das dificuldades para manipular eventuais GPF’s ou travamentos de programas durante as rotinas.

         Vou postar o código, pra quem possui AutoIt, é simples de compilar. Apertou F7 e pronto… tudo Ok.

         Acabei de terminar o programa, testei pouco ainda… vou precisar da ajuda de vocês para mantê-lo.

         Para fins de esclarecimento, este programa visa “Clicar” nas telas (para fechar) que correspondem a algum travamento do Windows, ou do Aplicativo em uso.

                 – Este aplicativo não aparecerá na Tray, ou seja, será visto apenas por um visualizador de processos (ex. ProcessExplorer – www.sysinternals.com);

                – Ele será colocado na inicialização do Sistema, na chave: “HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Run

                – Será criado um arquivo .txt no mesmo local do Script, sendo escrito nele o nome do processo que causou o problema.

       Já estou pensando em algumas melhorias, por parte de monitoramento de Processos, mas fica pra um outro momento.

       Ainda não sei se este aplicativo irá atender outras áreas, então melhor eu ver primeiro como vai ser o andamento e a aceitação deste.

Para baixar o AutoIt, clique AQUI;

 

Download do Executável (GPF_Killer.exe) AQUI … v.1.2 – (Melhoria no código)

Código Fonte:  AQUI;

Qualquer alteração no código, ou aumento do Array, se puder compartilhar vou ficar muito feliz em receber.

Obrigado a todos.


CustomKeys – Dota – Warcraft 3 – v.1.1

Posted in Sem categoria by jppercy on 15/07/2011

Olá Pessoal,

Segue a nova versão do CustomKeys, que neste caso contempla até a versão 6.72.

Nesta nova versão modifiquei os atalhos para:

ATACAR    = T

PARAR       = Y

E, o principal: INVOKER

Para ele, foi separado o atalho por magia, seguindo:

Sun Strike                =A

Chaos Meteor         = S

Forge Spirit             = D

Cold Snap                = F

Ghost Walk             = G

Ice Wall                    = Z

Alacrity                     = X

Tornado                    = C

EMP                          = V

Defeaning Blast      = B

LINK — CustomKeysWar3_v1.1

Não há outras melhorias, então, caso não lhe agrade essa nova ordem, continue usando ou baixe a primeira versão.

=D

Obrigado a todos.

Gestão de Defeitos e o Papel do Testador neste Processo

Posted in Teste de Software by jppercy on 30/03/2011

Olá Pessoal,

 

Depois de um bom tempo ausente de novos posts, venho agora com um que anda me chamando muito a atenção.

Quando testamos, procuramos nos empenhar ao máximo na procura de defeitos, ou seja, todos nossos esforços se centralizam nesse contexto. Mas há um detalhe que aumenta a influência dos Testadores nos Projetos. A atenção não parte apenas para a Matriz GUT (vide ótimo post sobre: http://qualidadeeteste.blogspot.com/2011/01/como-priorizar-problemas-defeitos.html – por Anderson Tavares), mas também para a descrição e aprofundamento do problema detectado.

Em minha experiência em Teste de Software, vi diversos cenários, desde o cadastramento de um simples bug sendo destruído por uma descrição impossível de se entender até um cadastramento perfeito, aprofundado, embasado em tentativas e experiências. Esse é o fator que eleva o conhecimento do profissional e o faz entender completamente o processo da empresa onde trabalha.

Ok. Vamos mais devagar. O que estou querendo mostrar?

Os profissionais de Teste possuem um poder imensurável em suas mãos, mas que muitos desperdiçam. Por quê?

Vamos a um exemplo:

Um defeito simples: Temos um botão de um programa qualquer que, ao receber o clique, deveria enviar o usuário a uma próxima tela específica, mas não o faz. O Testador, ao perceber tal situação, reproduz o problema e o reporta.

Pronto. No relatório temos o seguinte problema reportado: Ao clicar no Botão “XX” o sistema não envia o usuário à próxima tela.

Testador feliz e Desenvolvedor indignado por esquecer algo tão simples no código.

 

Agora vamos dificultar um pouco com um novo exemplo:

Temos um Trojan, que no caso deveria ter sido morto pelo Anti Vírus, mas não foi. O Testador ao perceber tal situação, reproduz o problema e o reporta.

No relatório temos o seguinte problema reportado: Ao executar o Trojan “XX”, o Anti Vírus não o matou.

Testador feliz e Desenvolvedor indignado, porque agora os problemas podem ser vários.

 

Agora vamos ao ponto principal. E é aqui que definimos os perfis profissionais.

No primeiro exemplo temos um caso simples onde o problema foi um erro básico, fácil de ser detectado e não necessário de ser explorado.

No segundo exemplo temos todo um mundo a ser explorado. Quando percebemos que um trojan não foi morto, quais medidas deveríamos tomar? Quais tipos de testes poderíamos submeter a aplicação pra passar as informações ao desenvolvedor completamente limpas? O trojan possuía sua assinatura na “Base de Assinaturas” do Anti Vírus? Quais proteções do Anti Vírus estavam ativas no momento em que não matou o trojan? Houve algum conflito entre as proteções? … e por aí vai…

 

Mas esbarramos em um problema… quando se trata de prazos, temos a responsabilidade de entregar o produto no tempo acordado. Então nem sempre temos a disponibilidade imediata de pensar nessas possibilidades. E aqui se destacam as pessoas de visão. Gerentes, Líderes, e claro… Testadores.

Quanto mais informações transferirmos ao desenvolvedor, mais rápido ele irá conseguir detectar o problema, e menos risco o Projeto terá.

Trabalhei com diversos tipos de profissionais de Teste e percebi que o maior prazer deles está na busca do problema. Quanto mais envolvido o profissional estiver com a empresa, maior o conhecimento adquirido e maior a disposição dele na detecção do problema.

Tenha sempre em mente: O nível de aprofundamento da informação está totalmente ligado à resolução do problema. Se o Desenvolvedor possuir todas as informações dos tipos de testes que o Testador realizou, ele pode descartar qualquer redundância do processo e detectar o problema tão cedo quanto imaginar.

Nesse aspecto, temos mais um item que pode ser agregado a esta análise. Retirado do Livro: Testes Funcionais de Software, Leonardo Molinari, pág. 86/87: “O herói, na qualidade de software, é alguém que para o bem geral, toma uma iniciativa para resolver um problema ou para atingir uma meta de forma clara e precisa. Um herói não é alguém louco, mas um ser consciente de suas limitações e que age até onde é possível para superá-las de forma consciente e lógica. (…) A sua atitude pode torná-lo um herói. A atitude mais simples pode fazer o seu vizinho ver qualidade sob um novo aspecto, melhor e mais positivo.

Em linhas gerais, podemos dizer que nossas atitudes podem sim mudar tudo a nossa volta, até mesmo a visão dos nossos superiores com relação ao nosso trabalho.

 

 

O que mais impede um defeito ser considerado realmente como um, é a má descrição. Com isso temos uma interpretação errada do Desenvolvedor e consequentemente, o tempo perdido nesse processo.

Geralmente é preciso se atentar a alguns aspectos importantes, que são eles:

Escrita – Uso do Português adequado: Atenção a este item. Parece simples, mas o que mais temos são frases ambíguas e o mau uso das palavras;

Uso de Títulos intuitivos: Saber especificar um problema é essencial e se o Título for intuitivo e descrito de forma correta, muita informação desnecessária pode ser evitada;

Passo a Passo organizado: Não basta apenas saber o que fez, é preciso organizar as informações de modo que um passo não seja excluído ou que não haja falta de informação;

Evite redundâncias: Quanto mais complexo o defeito, mais atenção é preciso na hora da descrição. Seja objetivo;

Neutralidade: Evitar manifestação de humor ou emoção;

Isolamento do Problema: O que foi feito para isolar o problema? Quais tipos de ações foram feitas para reproduzir o problema de modo consistente.

 

Dica: Utilize sempre vídeos para demonstrar os defeitos. Testes feitos utilizando Máquinas Virtuais têm essa vantagem, e isso agrega um valor imenso à descrição do problema. Quando existe a possibilidade de visualizar o problema, surgem novos pontos a serem questionados e isso cria confiança entre as partes.

 

Seguindo esta linha de raciocínio, é possível melhorar de forma exponencial a descrição de defeitos e ainda agilizar o processo de correção.

Trabalhando ao lado de desenvolvedores fica fácil perceber o grau de reconhecimento e satisfação ao lerem itens tão bem descritos e embasados. Não há perda entre os lados. Com isso, a Empresa ganha em agilidade, e os Desenvolvedores e Testadores ganham em competência.

 

 

Concluindo…

 

Como Gerentes, temos que ter a visão macro, entender o que é mais importante e direcionar os esforços para a conclusão dos testes e entrega do produto, não esquecendo de dar foco à problemas mais complexos;

Como Líderes de uma Equipe de Testes, temos que ter uma visão um pouco mais minuciosa, direcionando esforços ao cumprimento das metas estipuladas pelo Gerente e além disso, direcionar os profissionais de Teste no cumprimento de suas tarefas;

Como Testadores, temos que ser críticos, possuir iniciativa, ser explorador e claro, ser organizado. O sucesso, tanto da Empresa como dos Gerentes e Líderes está no empenho e preocupação dos Testadores com o produto. E então entramos novamente no assunto anterior: Quanto mais envolvido estiver com a empresa e motivado com o trabalho, melhor será o desempenho do Testador.

Na Gestão de Defeitos é preciso se “viciar” nas melhores práticas de descrição e relato de defeitos. O uso da Documentação é imprescindível, devendo esta ser de total apoio ao Testador.

Para frisar a importância da gestão de defeitos, tanto em sua descrição como cumprimento de suas etapas, encerro este post com um trecho do livro “Base de Conhecimento em Teste de Software” – Aderson Bastos, Emerson Rios, Ricardo Cristalli, Trayahú Moreira – pág. 195: “(…) A demora em reconhecer defeitos pode ser muito custosa. Uma das principais causas dessa demora é a dificuldade, a incapacidade ou impossibilidade de reproduzir o defeito. Quando isso acontece, o desenvolvedor tende a ver o defeito como inválido ou adiar o reconhecimento para uma próxima ocorrência do mesmo defeito.

 

… … …

 

Espero que este post o ajude a buscar mais dentro do seu ambiente de trabalho e que seja a fonte de inspiração para novas idéias.

 

Qualquer elogio ou crítica construtiva fique à vontade.

 

 

O Uso do Record And Play/Replay

Posted in Teste de Software by jppercy on 08/12/2010

Trabalho com AutoIt há quase cinco anos. Não digo que é a melhor ferramenta a ser escolhida, mas, assim como outras, possui falhas e acertos;… neste caso, os prós, contando com uma ajuda impecável; facilidade de compreensão; criação rápida de um executável. Seguindo como contra a falta de um debugger, tendo que ser feito pelo uso de msgbox.

 Pontos relevantes, mas que só são vistos após muita prática e pesquisa.

Resolvi falar desse assunto por conta de comentários que vi durante o mês passado a respeito do uso do “Record and Play/Replay” pelo Camilo Ribeiro (www.bugbang.com.br) e pelo Elias Nogueira (http://sembugs.blogspot.com). Concordo com o que foi dito, e, retirando do twitter, segue o diálogo – Elias: “Porque sempre que automatizamos os testadores ficam preguiçosos e poem a culpa toda nela quando na verdade é no trabalho deles o problema?” – Camilo: “(…) porque exige muito mais do que gravar scripts e muitas vezes os testadores são MUITO dependentes do Record and Replay?”.

 Expondo o meu ponto de vista e dando ênfase às palavras dos dois, acredito que o uso desta funcionalidade deva ser de uso apenas para se inicializar um processo de aprendizagem, nada além disso, justamente por conta de ser um código inteiramente sujo, dependente do estado atual da máquina e dependente de manutenção.

Ao se criar um script de teste, os cuidados devem ser os mesmos que um desenvolvedor precisa ter ao escrever seus códigos, ou seja, dependendo da empresa, o uso constante de comentários e/ou variáveis com nomes fáceis e descritivos devem ser observados; o uso de indentação é imprescindível, visto que a leitura do código é completamente influenciada.

Um exemplo do que ocorre em um código utilizando ´”Record and Play/Replay” é a seguinte:

#region — ScriptWriter generated code Start —

Opt("WinWaitDelay",100)
 Opt("WinTitleMatchMode",4)
Opt("WinDetectHiddenText",1)
Opt("MouseCoordMode",0)
WinWait("C:\Users\joao\Desktop\teste.au3 - SciTE [6 of 6]","Source")
If Not WinActive("C:\Users\joao\Desktop\teste.au3 - SciTE [6 of 6]","Source") Then WinActivate("C:\Users\joao\Desktop\teste.au3 - SciTE [6 of 6]","Source")
WinWaitActive("C:\Users\joao\Desktop\teste.au3 - SciTE [6 of 6]","Source")
Send("{LWINDOWN}r{LWINUP}")
WinWait("Executar","Digite o nome de um ")
If Not WinActive("Executar","Digite o nome de um ") Then WinActivate("Executar","Digite o nome de um ")
WinWaitActive("Executar","Digite o nome de um ")
Send("calc{ENTER}")
WinWait("Calculadora","0")
If Not WinActive("Calculadora","0") Then WinActivate("Calculadora","0")
WinWaitActive("Calculadora","0")
MouseMove(111,260)
MouseDown("left")
MouseUp("left")
WinWait("Calculadora","3")
If Not WinActive("Calculadora","3") Then WinActivate("Calculadora","3")
WinWaitActive("Calculadora","3")
MouseMove(151,293)
MouseDown("left")
MouseUp("left")
WinWait("Calculadora","3 +")
If Not WinActive("Calculadora","3 +") Then WinActivate("Calculadora","3 +")
WinWaitActive("Calculadora","3 +")
MouseMove(72,258)
MouseDown("left")
MouseUp("left")
MouseMove(190,278)
MouseDown("left")
MouseUp("left")
WinWait("Calculadora","5")
If Not WinActive("Calculadora","5") Then WinActivate("Calculadora","5")
WinWaitActive("Calculadora","5")
MouseMove(198,15)
MouseDown("left")
MouseUp("left")

#endregion — ScriptWriter generated code End —

 

Neste exemplo estou utilizando a funcionalidade do AutoIt denominada: AU3Record. E apenas peguei o que o programa gerou ao final.

Para fins de compreensão estou abrindo uma Calculadora, clicando em ‘3’, depois no sinal de ‘+’, depois em ‘2’ e finalmente em ‘=’. Logo após ver o resultado, fecho o aplicativo. Simples assim.

Mas, o que vemos é muita coisa que não deveria estar ali. Ajustando o programa e otimizando-o, ficaria assim:

 

; uso desta opção apenas para visualizar os cliques na calculadora neste exemplo
Opt( "MouseClickDelay", 700 )
 
; método de execução padrão em todos os Sistemas Operacionais;
; por conta disso, não é preciso passar o caminho completo do arquivo, e nem a diferenciar de sistema em portugues e ingles
Run( "calc.exe" )
 
$CalcTitle = "[CLASS:SciCalc]"
 
WinWaitActive( $CalcTitle )
 
; clicando em ‘3’
ControlClick( $CalcTitle, "", "Button15" )
 
; clicando em ’+’
ControlClick( $CalcTitle, "", "Button20" )
 
; clicando em ‘2’
ControlClick( $CalcTitle, "", "Button11" )
 
; clicando em ‘=’
ControlClick( $CalcTitle, "", "Button21" )
 
; fechando a calculadora
WinClose( $CalcTitle )

 

Voltando ao primeiro exemplo, e já afirmando que ele não irá funcionar de modo satisfatório, o problema já aparece na 5ª linha, onde: ‘WinWait(“C:\Users\joao\Desktop\teste.au3 – SciTE [6 of 6]”,”Source”) ‘ . O programa está na espera de que o editor de código do AutoIt esteja aberto e na aba 6/6. Ou seja, tentar pegar esse programa e rodar em outro lugar que não tenha essa devida adaptação, não irá funcionar. Enquanto que o segundo exemplo rodará em qualquer Sistema Operacional (Windows – Plataforma 9x/NT exceto Windows 7).

 

Independente do modo como um script será desenvolvido é preciso se atentar à técnica de teste empregada, em específico, o ambiente de teste. Classes de janelas, botões e textos mudam, e às vezes até demais de um sistema para o outro. Cito isso por conta deste programa não rodar no Windows 7 justamente por causa da mudança de classe da janela e os Id’s dos botões, mas, como é só um exemplo, resolvi não me estender muito.

 

Bom, é isso. Espero que este post sirva de ajuda a quem insiste em usar somente o “Record and Play/Replay”. Fazer ajustes no código após utilizar esse método ainda sim é perigoso, pois muita coisa é desnecessária e isso pode confundir quem está iniciando, fazendo com que o mesmo utilize funções erradas durante todo o processo. Caso realmente tenha que utilizar esse método, faça a gravação, veja o resultado e pesquise as funções na ajuda do próprio ambiente de desenvolvimento, buscando funções relacionadas que às vezes podem responder tão bem quanto às utilizadas pelo “gravador”.

Quando o Setor de Qualidade muda de Local…

Posted in Teste de Software by jppercy on 08/11/2010

Atualmente estou em uma grande transição na empresa. O local da Homologação está sendo transferido para outro estado, saindo de perto da equipe de desenvolvimento. No que tudo indica, há de ser uma boa estratégia a fim de suprir a mão-de-obra escassa (em termos de lógica de programação e conhecimentos dos produtos) dentro da empresa.  Nesse contexto, os fatos relevantes até o momento são:

– A transição é lenta, e isso influencia no trabalho e na alocação de tarefa de cada membro;

– Num período de 4 – 6 meses sua equipe fica comprometida, pois membros da sua equipe precisam ir ao novo local para treinar/explicar o funcionamento básico/padrão do atual ciclo de testes;

– O tempo para homologação é acrescido demasiadamente devido a essa falta de integrantes;

– A manutenção no código em testes automatizados é reduzida drasticamente, ocasionado pela falta de mão-de-obra interna.

Nesses quatro meses que sucedem o início da transição vejo como faz diferença uma equipe de QA junto ao desenvolvimento. A resposta para qualquer pergunta vem de forma fácil e rápida. Não é preciso acessar nenhum meio de comunicação, no aguardo de uma resposta.

Esse, em minha opinião, é o principal ponto a ser observado. Tudo o que a equipe de desenvolvimento planeja fazer ou está fazendo é acompanhado pela equipe de QA e isso se deve ao fato das Reuniões de Pé (ao início de cada dia de trabalho, informando o que foi feito no dia anterior e o que será feito durante o dia, apontando as dificuldades encontradas e as devidas soluções) e Planejamento (reuniões quinzenais (iterações), planejando todas as tarefas que serão realizadas por cada colaborador).

E ainda nesse ponto, acredito que a Equipe de QA perto do Desenvolvimento ainda se beneficie do uso do Release Notes (Notas de Versão), que nem sempre vem completo e essa comunicação passa a valer e muito para a conclusão de um bom trabalho.

Além destes pontos, existe outro que afeta não só a antiga rotina de testes, mas também a nova rotina de trabalho.

Como eu disse antes, essa mudança veio para suprir mão-de-obra escassa e isso quer dizer que: o trabalho antigo será finalizado e a antiga equipe de testes será responsável por estudar e aprender novas metodologias, certo? Errado. A equipe antiga continuará prestando os mesmos serviços já prestados dobrando a carga (a nova equipe não estará preparada para realizar um teste completo e de qualidade, então é preciso prestar esse suporte), por conta da falta de integrantes e ainda aprendendo sobre as novas práticas. Ou seja, há um desgaste maior, gerando desconforto aos envolvidos.

Estamos seguindo a reta final desta transição e acredito que minha equipe está fazendo um excelente trabalho, se propondo a ajudar e fazendo bem feito como antes. Estou ciente de que ainda teremos muito o que ajudar  até que a transição termine. Nesse tempo, espero que as coisas se ajeitem da melhor forma.

Pocket Frogs Cheat

Posted in IPhone 4 by jppercy on 20/10/2010

Boa Noite Pessoal,

Ando jogando muito “Pocket Frogs” do IPhone 4 e acabei descobrindo um bug nele, ou melhor, uma vulnerabilidade que possibilita fazer dinheiro, evoluir rápido e/ou pegar os itens do correio sem precisar esperar o tempo necessário. (ou seja, não é necessário comprar Potions nem Stamps)

Segue o passo-a-passo: (Obs: Não sei até quando esta vulnerabilidade poderá ser explorada, então, caso atualize o jogo, talvez não possa mais fazer isso)

1º – Escolha os sapos que deseja acasalar (Breed) e vá acasalando até que faça os 8 ficarem no berçário  (nursery)

2º e 3º – Aperte a Tecla “Home” e vá para “Ajustes” e depois para “Geral”;

4º – Depois “Data e Hora”;

5º – “Definir Data e Hora”;

6º – Mude a data adicionando 2 dias ou mais;

7º e 8º – Volte para o jogo a vá para o “Nursery”;

TCHARAM!!! Sapos Adultos. =D

9º e 10º – O mesmo serve para o “Correio” (MailBox).

Compre os itens que deseja e faça o mesmo procedimento da data… isso se já não tiver feito ao mesmo tempo dos outros passos.

Tome apenas o seguinte cuidado: Ao voltar o tempo para a hora atual, os sapos que foram nascidos no tempo futuro voltarão a ser ovos.

Bom, é isso… qualquer dúvida, postem.

=)

Alterar Nome de Fotos em Massa

Posted in Facilidades by jppercy on 29/07/2010

Hoje eu estava com um problema em renomear várias fotos de uma pasta de uma só vez.

Nas pastas eu tinha as fotos com os nomes:

DSC_1932.JPG
DSC_1933.JPG
DSC_1934.JPG
DSC_1935.JPG
DSC_1936.JPG

e assim por diante…

Só que eu queria que as fotos tivessem o nome dos eventos que estive, pra ficarem melhor organizadas. Então desenvolvi este programa que facilita este trabalho.
Ele basicamente copia para uma nova pasta (PictureChanger), dentro da pasta previamente escolhida, as fotos com o nome que defini.

Ex.:

Carnaval em Pinheiral_1
Carnaval em Pinheiral_2
Carnaval em Pinheiral_3
Carnaval em Pinheiral_4

As fotos serão enumeradas, começando de 1.
As extensões suportadas pelo programa, por enquanto são: “JPG”, “BMP” e “PNG”.

Obs: Em nenhum momento o programa irá deletar fotos existentes. Todas as fotos serão copiadas para dentro da pasta “PictureChanger”, inserida dentro da pasta escolhida em “Pasta”.

Para fins explicativos, segue alguns screenshots do programa.

Para baixar, clique aqui.

Tela1 – Selecionar a pasta que conterá as imagens que se deseja renomear;

Tela2 – O nome que a imagens receberão;

Tela3 – Uma prévia do que contém na pasta com as imagens;

Tela4 – Após clicar em “Renomear”, ao término do processo irá aparecer uma janela dizendo que as imagens foram renomeadas com sucesso;

Tela5 – Demonstração de como ficarão os nomes das imagens dentro da pasta PictureChanger.

Alterar a Segurança do Internet Explorer – SecurityChanger

Posted in Facilidades by jppercy on 01/06/2010

Bom pessoal,

Como prometido, disponibilizo a ferramenta para manipular os itens de segurança do Internet Explorer, agora com uma interface para ajudar no manuseio.

O programa conta com algumas das opções abaixo:

– Desativação da Firewall;
– Modificação nas configurações de Segurança do IE:
– Correção dos Valores da Zona INTRANET e INTERNET
– Download de controles ActiveX assinados
– Executar controles ActiveX e plug-ins
– Ativação do Java ao acessar o Teclado Virtual
– Submeter dados de formulário não criptografados (tela que aparece dizendo: “Ao enviar as informações para internet, talvez…”
– Habilitar uso de Bloqueador de Pop-ups (Exceção ao programa, pois estamos ativando seu uso, e não desativando)
– Desativação do Aviso automático para controles ActiveX
– Retirar mensagem: “Configuração da Intranet” ao tentar acessar localhost
– Desativação da Mensagem de “Fechar Todas as Guias” do IE
– Desativação da Tela de Segurança após diminuir as permissões (tela com dizeres vermelho dizendo que o computador está em risco)
– Desativação da Tela de Anti-Phishing

Cada item possui uma pequena descrição ao passar o mouse por cima e por padrão, estão todas as opções ativadas, deixando o Internet Explorer livre para o uso sem qualquer bloqueio ou mensagem que possa vir a atrapalhar.
Caso tenha problemas ao utilizar, ou acha que é melhor retornar com as configurações originais, existe o botão com a opção para esta ação.

Após salvar ou retornar as configurações, será criado um arquivo de log no local onde se encontra o arquivo “SecurityChanger.exe”.

Para o download da ferramenta, basta clicar aqui.

SecurityChanger - Tela Principal

Qualquer dúvida ou sugestão, por favor, postem.

CustomKeys – Dota – Warcraft3

Posted in Warcraft by jppercy on 26/05/2010

Bom, andei fazendo mais algumas pesquisas sobre as teclas de atalho e achei até um bom site (http://www.drjones.dk) onde é possível customizar todos os movimentos no jogo. Acabou que resolvi utilizar o arquivo que é disponibilizado e mudar apenas os atalhos das magias principais dos heróis.

Para qualquer herói da versão 6.67 do Dota será:

Magia 1 — Q

Magia 2 — W

Magia 3 — E

Ult           — R

Lembrando que não é preciso deixar o programa aberto para que os atalhos funcionem. Ou seja, uma vez habilitado, é só jogar a vontade.

Para baixar, clique aqui.

Dota – Wacraft 3 – Mudar os Atalhos das Magias

Posted in Warcraft by jppercy on 19/03/2010

Bom, como jogo Dota um bom tempo e odeio ficar decorando os atalhos dos personagens, fora a

tendinite que ataca, resolvi criar este programa pra ajudar na hora de apertar os botões…

Ainda não desisti do programa anterior, agora terei mais tempo pra colocar as coisas em dia.

Para utilizar o HotKeyWarcraft3 é só seguir os passos baixo:

Após escolher o HERÓI, verifique quais são as Teclas de Atalho correspondente às suas magias,

então:

1 – Executar o HotKeyWarcraft3.exe;

2 – Será apresentada uma tela pedindo para entrar com o Atalho da magia que o herói utiliza;

3 – Após a primeira tela, será apresentada outra tela, pedindo para inserir o NOVO botão de

atalho para a magia;

4 – O processo 2 e 3 será repetido por mais +3 vezes;

5 – Pronto, trabalho feito… é só jogar utilizando as novas teclas de atalho.

OBS – Para desativar momentaneamente os atalhos, neste caso, quando for preciso utilizar o

chat do jogo, aperte a tecla “HOME” para desativar e “END” para habilitar novamente.

E para magias que não precisam de atalho, é só repetir a mesma tecla que escolherem nas 2

telas.

Para o download do programa, acesse: http://www.megaupload.com/?d=GZTJCX8M

Para quem anda baixando este programa, peço para que utilizem agora o “CustomKeys – Dota – Warcraft 3“, pois possui um melhor método para a configuração.

Qualquer melhoria, é só postar =)